02) Brightburn ‑ Filho das Trevas
domingo, 28 de agosto de 2022
3 FILMES DE SUPER-HERÓIS (que não são nem da DC e nem da Marvel) QUE VI ULTIMAMENTE:
3 FILMES DE SUPER-HERÓIS (que não são nem da DC e nem da Marvel) QUE VI ULTIMAMENTE:
03) SAMARITANO (2022) Amazon Prime
Os três melhores atores de filmes de ação dos anos 1980 são Bruce Willlis, Arnold Schwarzenegger e, claro, Silvester Stallone.
MAS... em termos de trabalhos recentes, o primeiro fez dois fabulosos RED (baseado em quadrinhos da WildStorm/DC Comics - mas que saíram no Brasil pela Panini Comics), além de G.I. Joe: Retaliação e SIN CITY 1 e 2 (baseados em quadrinhos da Dark Horse Presents - Frank Miller) e o segundo, além de ter rebootizado a linha do tempo de O Exterminador do Futuro dentro da própria franquia, fez SABOTAGE que é uma porrada seca em muito filmeco com atorzinho meio boca ( Na boa, Will Smith, Vin Diesel e The Rock nunca vão chegar aos pés dessa trindade!).
Pois bem, já o grande Stallone, que muitos ainda associam sua carreira apenas ao Rambo ou Rocky Balboa (injustamente!), tem sempre ido além (mais até do que os outros)! A prova disso são filmaços como Ajuste de Contas (com Robert de Niro), Rota de Fuga (com Schwarzenegger), Alvo Duplo (com Jason Momoa) e Os Mercenários (com uma ruma de gente dos anos 1980, 90 e 2000). Detalhe, citei apenas os derradeiros filmes mais porradas desse cara e o fato é que, infelizmente, o que vou falar sobre o Samaritano não é tão lá essas coisas.
O filme até que é bom, mas é um bom tipo "Sessão de sábado pra passar o tempo antes da merda do Caldeirão do Mion". Poderia ter sido melhor? Poderia.
Mas tanto Bruce Willlis e Arnold Schwarzenegger, quanto Silvester Stallone, só continuam na ativa porque vão participando de produções que se encaixam de acordo com suas idades e Samaritano faz jus ao tempo. Embora o filme oscile entre enfadonho, chato e "peraí, isso ficou foda", o que te prende mesmo é a VOZ TRADUZIDA do ator que mistura competência, nostalgia e adrenalina. E embora Stallone seja um dos meus preferidos (disparado), em Samaritano é um moleque pentelho que quebra mais o ritmo da produção do que o protagonista com os bandidos.
Na dúvida, fique com as demais produções citadas pelo texto.
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Pipoquinha básica!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
MAIS ALGUNS FILMES QUE ANDEI VENDO ESSES DIAS!

terça-feira, 29 de dezembro de 2020
FILMES, SÉRIES E DOCUMENTÁRIOS QUE ANDEI ASSISTINDO:
THE BOYS
Super herói fofinho e amiguinho das crianças?
Essa ideia vai sumir da sua mente quando assistir The Boys. E a segunda temporada é mais insana ainda.
São muitos os comerciais ao longo da edição- todos ricamente detalhados e divididos pela própria rivalidade.
Enfim - GUERRA DAS COLAS é genial. Uma aulinha de história contada por especialistas, gênios e chefões que viveram à época.
Não precisa gostar de refrigerante pra assistir, pois é somente um documentário pra ficar por dentro de fatos e curiosidades. Ou seja. Coisas essenciais pra não passar vergonha nas mesas de bar. Ou nas Ceias de Natal...
Aliás, Spike Lee não faz filme, faz obra de arte.
segunda-feira, 18 de março de 2019
Para o infinito e além! Resenha da Capitã Marvel

Só digo uma coisa pra quem andou espalhando
que Capitã Marvel não presta: Ou você é burro ou
é uma tremenda alma sebosa recalcada do caralho.
O filme é Bom! Tão bom que supera os 3 últimos
filmes da MCU, com exceção de Pantera Negra
e Guerra Infinita. Um filme divertido, preciso, bem
estudado e muito, muito feminino. Não. Não preciso
dizer "moderno" só pra explicar o quanto, na altura do campeonato,qualquer filme de super-herói que se
preze, precisa urgentemente ter um ser humano macho como protagonista. Foi-se esse tempo, amigo. Primeiro com Mulher-Maravilha. Agora com Capitã Marvel.
Capitã Marvel, aliás, tem um morango a mais em sua cobertura. Enquanto Diana (da DC Comics), não é humana, Carol Danvers (da Marvel Comics) é além
da conta! Ela não foi esculpida no barro, não veio
de uma ilha mística, nem foi treinada por seres
mitológicos... ela simplesmente ralou de verdade em um mundo que sempre (eu disse sempre) colocou a mulher abaixo de qualquer expectativa de sucesso. O mundo chamado Terra. Nossa realidade. E o que resta pra Carol? Ralar na infância, ralar na adolescência e ralar no decorrer do filme... E é justamente isso que tá fazendo burros e recalcados surtarem. Capitã Marvel é o exemplo da mulher que supera seus demônios (da Terra e do Espaço) pra ressurgir das cinzas! Sim, em vários momentos ela lembra a Fênix (a dos X-Mens), a própria Diana (Mulher-Maravilha) e um certo alienígena que mora em Metrópolis. Mas ela também lembra (mais ainda) muitas garotas que conheço que, também, ralam e ralam todo santo dia nesse mesmo mundo cruel, machista e covarde.
Criada em 1968 por Roy Thomas e Gene Colan, Carol Danvers sempre
foi uma personagem coadjuvante em um ambiente de supersoldados e
monstros. Até agora. Dos anos 1990 (época em que o filme se passa) até os primeiros segundos antes da prorrogação contra Thanos (primeiro pós-crédito), o filme é uma sequência de acontecimentos, lutas, diálogos e surpresas que, quando termina, parece que só se passaram alguns minutos. É aquele filme que não te enfada e não te enrola.
Uma aula de superação misturada com as nostalgias de uma década que teve bandas de rock espetaculares (Nirvana, Hole, Garbage, Bush, No Doubt, Smashing Pumpkins...)
ao mesmo tempo em que a Internet ainda se arrastava pro sucesso (Alta Vista - o avô do Google).
Pra se ter uma ideia, uma simples piada sobre carregar um arquivo no
computador faz com que Capitã Marvel seja melhor do que Homem-Formiga e Vespa,
Dr. Estranho e Homem-Aranha - de volta ao lar. Mas o filme também têm várias
outras provas quanto a isso:
— É o filme que mostra as inúmeras fases de uma mesma personagem
com a mesma sutileza com que ela escolhe o uniforme atual.
— É o filme que mostra o Agente Coulson (ele voltou!) ainda novato. Portanto,
é cheio de laços (muitos laços) com a série "Agentes da SHIELD'.
— É o filme que mostra Nick Fury ainda com os dois olhos. Portanto, é
nele que descobrimos o que causou a tal cegueira.
— É o filme que mostra esse mesmo Nick Fury fazendo tiradas e
piadinhas, ao contrário daquele Nick Fury brabo e sisudo da atualidade.
O motivo é óbvio. Perder um olho não é pra qualquer um.
— É o filme que mostra por onde andou o Tesseract (joia do espaço) desde
a sua descoberta em Capitão America 1 (década de 1940).
— É o filme que mostra pela primeira vez a tensa relação entre as raças
alienígenas Kree X Skrulls, e mesmo que essa última tenha ficado exageradamente
diferente das HQ's, quem duvida que daqui pra diante, quando a saga "Invasão Secreta"
ganhar mais força (creio eu), não acontecerá algo que deixará os Skrull 100% hostis?
No final das contas, que venha o inevitável do inevitável.
A Capitã Marvel será, sim, uma das protagonistas que enfrentará o Thanos na
primeira fila. E tudo porque ela aprendeu a erguer a cabeça, a não dá o braço a torcer e,
se for preciso, a atropelar o que tiver na sua frente.
Até lá, se você continuar fazendo parte do time dos burros ou dos recalcados,
só te digo outra coisa: Você ainda não viu foi nada!
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PS* 01 A atriz Brie Larson nem de longe é uma mulher sem feições!!!
Ela tem feições até demais (isso é comprovado desde KONG - a Ilha da caveira - 2017)
e cada uma se encaixa perfeitamente nas cenas. A aparição dela no novo trailer
dos Vingadores comprova mais ainda.
PS* 02 Quanto ao gato do filme, rá, rá... Desta vez (somente desta vez) me recuso
a dar SPOILERS, mas saiba que ele é, de longe, uma das coisas mais fenomenais
já feitas pela Marvel em 10 anos de cinema.
Lembra daquele monstro que Han Solo tinha capturado em sua nave no episódio
"O despertar da Força"? Pois é...
É quase a mesma coisa só que diferente. Rsrsrsr...
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Resenha Segunda Temporada do Justiceiro
Sinceramente. O que fizeram com o personagem mais casca-grossa da Marvel?
Há um ano eu resenhei aqui que o Justiceiro
era pau de dar em doido. (leia AQUI)
Que a primeira temporada era digna de nota!
Melhor série da Netflix baseada em quadrinhos
de todos os tempos... etc, etc e etc...
Mas daí... a própria Netflix, com essa mania
desgraçada de descaracterizar a maioria
dos conteúdos que compra, fez o favor de:
suavizar o personagem, amenizar suas atitudes,
deixar a série mais... fofa? PQP!
Não bastou fazer isso com BLACK MIRROR?
Agora é a vez do Justiceiro?
Logo com o JUSTICEIRO, porra?
Ok! A série voltou com uma trama maravilhosa (Duas, aliás. Numa o Billy Russo foge,
noutra Frank Castle se envolve com uma garota de 16 anos que corre perigo de vida).
Daí tudo se enrola capítulo com capítulo trazendo novos personagens e os mesmos personagens que se consagraram... porém, PQP! Eu leio Justiceiro desde 1989 e nunca (NUNCA!) vi o cara dispensar ninguém neste planeta.
Aliás... Em todos esses anos, tem sim uma história em que o personagem dispensa um criminoso. Ma também, o coitado já está fudido e mal pago por conta das desavenças com uma família caipira canibal. Procure a HQ "Bem-vindo à Bayou" - ela é considerada por muitos como uma das maiores histórias do personagem.
Mas enfim, na segunda temporada são situações totalmente diferentes (urbanas, por sinal)
e o que o cara da caveira faz? Deixa de executar, no mínimo, uns 4 elementos durante os 13 episódios.
Pra se ter ideia, numa determinada situação um pedófilo escapa de levar um tipo de escopeta nos peitos porque essa mesma garota convence Frank com o seguinte argumento: "Não mata ele, não... com certeza esse cara tem transtornos"...
E ainda completa: "Se isso ameniza sua raiva, pode colocar fogo no lugar, se quiser".
Nossa! E ele realmente obedece... Mas tipo: esses roteiristas de merda nunca leram um quadrinho chamado Mãe Rússia - Justiceiro Deluxe?
O Justiceiro é um dos poucos personagens de moral desde 1970 justamente por isso:
ele mata, mata e mata bandidos. Sem conversa! Sem piedade! Sem desculpa de transtorno!
E no "Mãe Rússia" uma criança de 5 anos de idade é a testemunha disso tudo.
O que a Netflix fez foi popularizar o cara duma forma que qualquer praça de alimentação
de shopping poderia passar de boa... os episódios mais retardados dessa temporada.
Tudo isso, com certeza, por conta da repercussão de "mimimis" que rolaram após
a primeira temporada. "OK! Vamos pegar leve dessa vez".
Resultado: o que era pra ser uma saga fenomenal (duas, aliás!) acabou virando uma
novela chata e enfadonha na maioria dos episódios.
Quer saber de uma coisa horrível típica da Netflix?
Ela costuma esticar demais a baladeira com qualquer situação banal.
Tipo: o cara só precisa pegar o carro e ir até a padaria. Simples assim.
Mas pra Netflix, esse mesmo cara, por obrigação, tem que gastar, no mínimo,
três episódios pra fazer isso. Três episódios, meu amigo... haja saco! .
Falando em três episódios, justamente três é que valem a pena...
O primeiro, por conta de uma briga de bar. O quinto, por conta de uma briga numa academia. E o último, por conta dos 45 minutos do segundo tempo. Ali sim,
a Netflix mostra o Justiceiro que eu quero! Escroto, Frio e primordial. Implacável, determinado e dinâmico. Que cena fantástica da porra.
Mas fora isso, é uma sucessão de diálogos vazios, cenas que não fedem nem cheiram e pontas soltas (Que fim levou a garçonete do bar?). Além de muita expectativa em relação
ao Retalho. Não crie esperanças demais. O cara é só aquilo mesmo (cicatrizes fofas!) e ponto final. O que pra mim, ficou totalmente RUIM pra qualidade da série.
Meu amigo, Justiceiro é sangue, brutalidade e bala. Muita bala. Se não aguenta,
vai assistir Globo Play ou As aventuras de Poliana. Simples assim.
Justiceiro chorando em rodoviária pra se despedir de garotinha não dá!
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Veredicto final:
Sinceramente, depois dessa segunda temporada, pouco se sabe sobre o futuro
de Frank Castle. Alguns dizem que está na hora de ele migrar pro cinema (MCU), taí
uma boa razão pra cancelarem a terceira temporada, enquanto que outros apostam
numa terceira temporada totalmente corrigida. Ou seja, a forma como a segunda
terminou mostra motivos de sobra pra que Frank Castle volte 100% aos moldes do personagem nos quadrinhos.
Até que isso aconteça, só resta esperar. E bom, enquanto vocês esperam procurem
assistir POLAR, esse sim um trailer de violência gratuita repleto de sexo, porrada
e trama cult alá Tarantino feito pela... Netflix!
N-E-T-F-L-I-X !!!
Pois é... isso é demais pro meu cérebro.
Mas como diz o eterno Chaves:
"Eu prefiro morrer do que perder a vida!"

















