--- Prêmio Angelo Agostini ---

sexta-feira, 30 de maio de 2014

HÁ 20 ANOS...


     












    


        

    Quando esse terceiro álbum do Offspring foi lançado em 1994, a cena hardcore da Califórnia já havia estourado no mundo inteiro, graças ao crescimento da MTV e ao enorme
tesão da molecada por esportes radicais. NOFX, Rancid, Pennywise e Offspring eram os principais carros-chefes da cena, mas o Offspring sempre teve algo a mais: Dexter Holland. Um vocalista/guitarrista com voz rouca e furiosa. Cativante tanto nas arrancadas quanto nos refrões melódicos. Perfeito! E o “Smash” acabou sendo o ápice da criatividade musical numa época em que o grunge respirava seus últimos suspiros a música eletrônica ganhava mais espaço. Bingo! Ficou fácil pra mídia tachar esse disco de “o novo som punk do momento”.
              A faixa “Seelf Steen”, por exemplo, foi batizada de “Smeel L ike Teen Spirit dos
skatistas”! Alcunha ou elogio (o “Dokie” do Green Day também passou por isso),
só sei que “Smash”era bem mais... Era fúria (”Nitro”), atrevimento (”Gotta get Way”),
adrenalina (”Killboy Powerhead”) Impulso (“So Alone”), gaiatice (”What Happend To You”),
festa (”Come Out and Play”) e baderna (”Bad Habit”). Enquanto que o próprio punk acabou se tornando mais chato, mais deprimente e mais sem alma através dos anos. Bom, se atualmente a sua vida é uma bosta, basta lembrar que essas 14 faixas do “Smash” continuam tão emocionantes quanto há duas décadas e, daí, é só curtir como se nunca mais houvesse amanhã.

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